Daniela Borali, Bob Falcão e Companhia ॐ

Meu intuito é mostrar o amor infinito que tenho pelos meus 15 gatos, 5 cachorros... E principalmente o quanto sonho com um mundo onde não exista mais nenhum animal abandonado!
IMPORTANTE: Meus animais não estão para adoção! Na verdade eles estão aqui comigo divulgando endereços, dicas e informações para que seus irmãos possam ter um destino feliz como o deles!!!

Que vocês consigam encontrar o verdadeiro amor através destes pequenos grandes deuses... É incognoscível!!!
(Daniela Borali)

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Sarnas nos gatos

Você sabe quantos tipos de sarna acometem os gatos? E você sabia que as sarnas são doenças de pele causadas por ácaros ectoparasitas (parasitas que habitam a parte externa do animal) e algumas delas podem ser contagiosas para os humanos?

SARNA OTODÉCICA
A sarna mais comum no gato é otodécica (sarna de ouvido) que é causada pelo ácaro Otodectes cynotis e é bastantecontagiosa para outros gatos. Esse ácaro fica localizado dentro e fora das orelhas e o principal sintoma é a coceira nas orelhas. Pontinhos pretos são facilmente visualizados dentro e ao redor das orelhas dos gatos.
Quando não tratada essa sarna pode se espalhar para todo o corpo, causando coceira severa.
SARNA SARCÓPTICA
A sarna sarcóptica ou escabiose, que é causada pelo Sarcoptes scabiei, é aquela vista comumente nos cães de rua, causa muita coceira e é transmissível ao homem, porém é muito rara nos gatos.
SARNA NOTOÉDRICA
Esse tipo de sarna é causado pelo Notoedres cati e causa muita coceira nos gatos. Também é conhecida por escabiose felina. É pouco comum nos gatos, mas é comum em abrigos ou locais de grandes aglomerações felinas
A forma de transmissão ocorre pelo contato direto e cães e humanos podem se contaminar. Os sintomas são parecidos com a escabiose no cão, mas os mecanismos de ação dessa doença ainda são poucos conhecidos.
A região mais acometida pela sarna notoédrica é a região da cabeça, orelhas e patas e, quando não tratada, causa crostas que facilmente sangram quando o gatinho se coça.
SARNA DEMODÉCICA
Essa sarna pode ser causada pelo Demodex cati ou Demodex gatoi e as lesões costumam ser mais localizadas na região da cabeça..
A demodécica causada pelo D. cati é mais comum em gatos com imunidade comprometida (p.ex. FIVFeLV, neoplasias) e não é contagiosa para outros gatos, humanos ou outros animais. A coceira ocorre mais na região das orelhas.
A demodécica causada pelo D. gatoi causa bastante coceira e é contagiosa. O ácaro fica bem escondido na pele e é difícil de localizar nos exames de raspado de pele. Comumente essa doença está relacionada com alopecia simétrica, que é a queda de pelos que ocorre nos gatos de maneira simétrica quando vemos o bichano de cima.
OUTROS TIPOS DE SARNAS
Outros ácaros que podem acometer os gatinhos são: Dermanyssus gallinae (bicho-de-galinha), Lynxacarus radovkyi eCheyletiella spp.
DIAGNÓSTICO
Para concluir qual tipo de sarna o gato está sendo acometido o veterinário se baseia nos sintomas clínicos e na ajuda de exames complementares, como raspado de pele, citologia, tricograma, etc.
É muito importante diferenciar a sarna de outras doenças de pele que possam causar sintomas parecidos.
Muitas vezes os ácaros não são encontrados nos exames (falso negativo) e uma tentativa de diagnóstico terapêutico pode ser a única solução. Nesses casos o médico trata e depois diagnostica.
TRATAMENTO
Varia conforme a sarna, mas todos incluem o uso de parasiticidas, seja na forma tópica ou oral.
No mercado existe uma infinidade de parasiticidas, mas os mais comuns são aqueles na forma de spray e spot-on(líquido que aplica entre os pelos da nuca).
Se o gato apresentar infecção de pele secundária deverá ser tratado com antibióticos e/ou anti-inflamatórios.
Como todo problema de pele, as sarnas demoram a ser tratadas e podem levar semanas ou meses para serem erradicadas.
PREVENÇÃO
O uso de parasiticidas tópicos mensais pode ser uma forma de prevenção de algumas sarnas, mas somente devem usados sob orientação veterinária.
Os animais que convivem com um gato diagnosticado com sarna contagiosa possivelmente receberá medicamento preventivo também.
Essas informações não devem ser interpretadas como forma de diagnóstico. Nunca medique seu gatinho sem orientação veterinária.
Dra. Laila Massad Ribas

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Iatos em Istambul



Religioso abre as portas de mesquita para gatos abandonados em Istambul

POR SÍLVIA HAIDAR

O amor e o respeito aos animais estão presentes na mesquita Aziz Mahmut Hudayi, em Istambul, na Turquia.
O imã (autoridade religiosa muçulmana que comanda a oração) Mustafa Efe decidiu abrir as portas do templo para os gatos abandonados que perambulam pelas ruas da cidade.
Os bichanos que tentam fugir do tempo frio, que costuma chegar a 0ºC nesta época do ano, têm o direito de entrar e sair tranquilamente do local.
O imã começou a acolher os gatos em 2015 e desde então tornou-se exemplo de generosidade para os fiéis que frequentam o templo. Mustafa Efe diz que os felinos são “convidados” da mesquita.
O imã Mustafa Efe brinca com uma gatinha na mesquita, em Istambul (Reprodução/Facebook/Mustafa Efe )
O imã Mustafa Efe brinca com uma gatinha na mesquita, em Istambul (Reprodução/Facebook/Mustafa Efe)
http://gatices.blogfolha.uol.com.br/2016/01/18/religioso-abre-as-portas-de-mesquita-para-gatos-abandonados-em-istambul/

Gato Terapeuta



Gato resgatado de acumulador trabalha como terapeuta em asilo nos EUA

POR SÍLVIA HAIDAR

Buzz the Fuzz é um gatinho que foi resgatado em 2014, aos 5 anos. Ele vivia na casa de um acumulador de animais com 39 cães da raça pastor-alemão no condado de Columbia, no Estado norte-americano de Nova York.
Ele foi levado pela Columbia-Greene Humane Society e passou alguns dias no abrigo à espera de um novo dono. Como o bichano estava muito maltratado, ele precisou ter seus pelos tosados.
Sandra Soroka, que já tinha uma gatinha chamada Charlie, viu a foto do gato para adoção no site da ONG e ficou apaixonada por ele. Ela foi ao abrigo, disse que gostaria de adotá-lo, e dez dias depois ele já estava vivendo em seu novo lar. Soroka batizou o peludo como Buzz the Fuzz, em homenagem ao astronauta Buzz Aldrin.
Em casa, Soroka logo percebeu o comportamento dócil do felino e teve a ideia de transformá-lo em um gatinho terapeuta. Ela havia perdido um amigo que morreu após uma longa luta contra um câncer no cérebro. O hospital em que esse amigo ficou internado recebia um programa que promovia o encontro entre pacientes e animais com o intuito de melhorar a qualidade de vida dos doentes.
Ao lembrar de como o amigo ficava feliz com a visita de gatos, ela decidiu que Buzz tinha todas as qualidades necessárias para ajudar as pessoas também: é extrovertido, calmo e, apesar de ter sofrido maus tratos nos seus primeiros anos de vida, é um gatinho muito carinhoso.
Buzz the Fuzz foi treinado e recebeu o certificado de gato terapeuta pela Paws For Friendship Incorporated, organização que promove o encontro entre animais e pessoas em hospitais, asilos e até em escolas.
O gatinho vai uma vez por mês a lar de idosos. Lá, um grupo de oito a dez residentes se reúnem ao lado de Buzz para acariciá-lo, ouvir seu ronronado e dar e receber afagos.
As sessões em grupo duram de 45 minutos a uma hora. Depois, Buzz visita alguns pacientes em seus quartos que não podem sair da cama.
Soroko diz que é nítida a alegria que os idosos sentem ao receber a visita de Buzz. E ela, claro, fica muito orgulhosa ao ver que seu gatinho pode ajudar muita gente a se sentir melhor.
O gatinho Buzz the Fuzz recebe carinho de idosos em um asilo nos EUA (Reprodução/Facebook/Buzz the Fuzz)
O gatinho Buzz the Fuzz recebe carinho de idosos em um asilo nos EUA (Reprodução/Facebook/Buzz the Fuzz)




Regras para frequentar o Cat Café


Saiba quais são as regras para frequentar um cat café no Japão

POR SÍLVIA HAIDAR
POR HELOÍSA NEGRÃO
EDITORA-ADJUNTA DE NOVAS PLATAFORMAS
Entre em uma antessala, tire o sapato e lave bem as mãos. Só então você poderá entrar no Nekokaigi, um cat café (café de gatos, em tradução livre) em Kyoto, no Japão.
Uma sala grande em um prédio comercial abriga 13 gatos com nomes de frutas e sabores de sorvete. O local é equipado com vários brinquedos para os gatos subirem (há até prateleiras para os bichanos se esparramarem lá no alto). A função deles é ficar ali para serem acariciados por quem não pode ter um gatinho para chamar de seu.
A hora custa 800 ienes (cerca de R$ 18), o cliente pode pedir uma bebida (chá, suco, café ou refrigerante), sentar em um sofá e usufruir da companhia dos felinos.
Os humanos pagam, mas quem decide ali são os gatos. Não é permitido pegá-los no colo nem incomodar quem está dormindo. “Os gatos não gostam de ser carregados. Se eles quiserem colo, eles vão até a pessoa”, diz Horii Mayuko, dona do local.
Crianças não são permitidas (somente maiores de 12 anos), pois podem puxar o rabo das estrelas da casa. Fotos? Ok, mas sem flash.
Ex-funcionária pública, Mayuko uniu a vontade de abrir um negócio próprio ao seu amor por gatos. Hoje, ela chega a receber até 60 pessoas nos finais de semana. A procura já foi maior. “Tivemos um boom de neko [gato, em japonês] café há uns dois anos. Agora, só vem mesmo quem gosta de gatos”, afirma.
Todos os gatos foram adotados ainda filhotes e os mesmos 13 estão lá desde o começo (eram 14, mas um morreu). “Eles cresceram cercados de pessoas, por isso são calmos e receptivos”, diz.
Os japoneses não podem ter pets na maioria dos apartamentos, que são muito pequenos, por isso buscam esses cafés para matar a sua carência de gatos. “Recebemos muitos idosos, que preferem não ter um gato próprio, pois têm medo de morrer e deixar o bicho sozinho”, conta Mayuko.
No Japão, não é difícil encontrar um café com miados. Há mais de 40 só em Tóquio. A ideia foi exportada e é possível alugar ronrons em Taipei (Taiwan),  São Petersburgo (Rússia), Budapeste (Hungria), Seul (Coreia do Sul) e Xangai (China). Vietnã, Tailândia e Alemanha também têm os seus.
No Brasil, não é permitido ter animais em estabelecimentos que vendem comida. De acordo com a Gerência Geral de Alimentos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), “as áreas internas e externas do comércio devem estar livres de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente, não sendo permitida a presença de animais”. Essa medida, segundo a agência, é necessária para a prevenção de zoonoses.
Fotos: acesse o site
http://gatices.blogfolha.uol.com.br/2015/09/15/saiba-quais-sao-as-regras-para-frequentar-um-cat-cafe-no-japao/

Conheça cafés pelo mundo para amantes de gatos

Eis dois elementos capazes de relaxar até o mais estressado dos clientes: café e gatos. E que tal se juntássemos os dois em um mesmo ambiente?
Criados em 1998, em Taiwan, e rapidamente difundidos no Japão, os Cat Cafes (algo como ‘Café de gatos’, em português) têm se proliferado pelo mundo com a mesma rapidez que felinos sobem em árvores ou em circuitos grudados nas paredes.
Estes curiosos estabelecimentos encontrados em países da Europa e da Ásia, onde o Japão abriga mais de 150 lojas do gênero, são cafés em que os clientes podem pedir bebidas quentes, lanches e até refeições, e são acompanhados de gatos que vivem soltos em ambientes que, geralmente, abrigam animais para adoção.
O acesso a esses locais é, geralmente, cobrado por hora e o cliente paga de acordo com o tempo que permanecer no estabelecimento.
No caso, do ronronar felino paralisar o cliente amante de gatos, deve-se pagar pelas horas extras. No Japão, por exemplo, 60 minutos de afagos e (com sorte) até uma massagem nas costas feita por algum gato dedicado custa cerca de nove dólares.
E para os mais assépticos, os proprietários garantem a saúde e a limpeza locais com regras rígidas como avaliação veterinária frequente e a proibição da saída de gatos à rua ou a circulação por áreas da cozinha.

MADRI


La Gatoteca, café de gatos em Madri (foto: Divulgação)
La Gatoteca, café de gatos em Madri (foto: Divulgação)

Considerado o primeiro e único café de gatos da capital espanhola, o La Gatoteca é administrado por uma ONG que abriga animais sem lar que podem ser adotados pelos clientes. No local é possível tomar um café acompanhado pelos gatos que vivem soltos à espera de adoção.
O café conta também com o ‘Club del Gato‘ com atividades educativas, terapêuticas e lúdicas relacionadas ao mundo dos gatos, assim como cursos e palestras sobre cuidados com os felinos, terapias para portadores de deficiência física e até ioga com gatos.

VIENA

Considerado um dos primeiros Cat Cafés da Europa e o primeiro do gênero na Áustria, o Café Nekoabriga cinco gatos provenientes de abrigos de animais, em Viena, e podem ser vistos escalando os 20 metros de paredes exclusivos para eles.
O local serve cafés, bolos caseiros, chá e sucos.

LONDRES


Interior do Lady Dinah’s Cat Emporium, ‘Cat Café’ localizado em Londres (foto: Divulgação)

No Lady Dinah’s Cat Emporium, localizado na capital da Inglaterra, o cliente pode tomar o tradicional chá inglês acompanhado de um (ou de todos) os gatos disponíveis no local para adoção.

TURIM

Localizado na Itália, o Neko Café é um bistrô com cardápio variado no almoço e jantar, além de um bar com coquetéis com música ao vivo.
O local é considerado o primeiro do gênero em toda a Itália. SAIBA MAIS

MUNIQUE


Cafe Katzentempel, em Munique, Alemanha (foto: Divulgação)
Cafe Katzentempel, em Munique, Alemanha (foto: Divulgação)

Cafe Katzentempel está localizado na capital da Baviera, na Alemanha, e tem cardápio voltado para vegetarianos e veganos.
O local abriga seis gatos que vivem soltos e podem ser vistos em passeios pelos circuitos aéreos exclusivos para felinos. SAIBA MAIS

BUDAPESTE


Cat Café, estabelecimento com gatos para brincar com os clientes, em Budapeste, capital da Hungria (foto: Divulgação)
Cat Café, estabelecimento com gatos para brincar com os clientes, em Budapeste, capital da Hungria (foto: Divulgação)

Cat Cafe Budapest é um espaço comunitário para que os clientes entrem em contato com mais de 10 gatos, em uma área de 300 m².
No cardápio, além dos gatinhos disponíveis para serem acariciados, os clientes contam com 15 tipos de chás e cafés, bebidas quentes a alcoólicas, refrigerantes, bolos e sanduíches. SAIBA MAIS (site em húngaro)

SAN DIEGO


The Cat Café, em San Diego, no sul da Califórnia (foto: Divulgação)
The Cat Café, em San Diego, no sul da Califórnia (foto: Divulgação)

Muffins, croissant e chocolate são alguns dos produtos que podem ser pedidos no The Cat Café, localizado no sul da Califórnia e equipado com coffee shop e área para adoção de gatinhos.

CHIANG MAI


Vista do café para gatos 'Catmosphere', em Chiang Mai, na Tailândia (foto: Divulgação)
Vista do café para gatos ‘Catmosphere’, em Chiang Mai, na Tailândia (foto: Divulgação)

Com decoração assinada por artistas tailandeses e estrangeiros, o Catmosphere Cat Café fica em Chiang Mai, no norte da Tailândia, e abriga gatos soltos que podem interagir com os clientes que frequentam esse local onde é possível provar cafés e pratos caseiro. 




http://viagemempauta.com.br/2014/11/24/cafes-de-gato-pelo-mundo/

Gato no Japão


O Maneki Neko costuma usar uma coleira vermelha com um sino e pode ser de diversas cores, cada uma com um significado: branco (pureza), preto (saúde e espantar maus espíritos), vermelho (proteção, espantar maus espíritos e saúde), dourado (riqueza), rosa (amor), roxo (força artística) e verde (força nos estudos).30 de set de 2011

Gato da sorte japonês, uma lenda datada no século XVII - Hierophant

www.hierophant.com.br/arcano/posts/view/nina/1190

terça-feira, 9 de agosto de 2016

COMPARTILHE ESTA IDEIA!

Ela espalhou 80 casinhas pela cidade sem imaginar o que encontraria dentro de TODAS elas

QUER AJUDAR OS ANIMAIS? ENTÃO ACOMPANHE O ADMINISTRADOR DO SITE PARA RECEBER INFORMAÇÕES SOBRE DOAÇÕES DE ANIMAIS, BASTA CLICAR EM “ACOMPANHAR”!
Casinhas
A catarinense Bruna Uncini estava próxima de sua casa quando avistou, num dia frio, vários cachorros amontoados tentando se aquecer em uma calçada. Ficou marcada na sua memória também a cena de uma ninhada de filhotes sendo atacada por formigas.
A partir dali, ela sabia que precisava fazer algo pelos animais da cidade de Lages, em Santa Catarina.
Assim surgiu o projeto “Ajude Um Animal de Rua” que visa conscientizar as pessoas sobre a existência de animais abandonados que na maioria das vezes são ignorados pelas pessoas.
Casinhas2
Como não podia levar todos os cachorros para casa, ela decidiu espalhar dezenas de casinhas para que os cães pudessem descansar e se abrigar.
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Claro que no começo ninguém esperou que os animais fossem “aderir” à proposta, mas se enganaram completamente. Eles realmente começaram a ir para as casinhas.
O projeto contou com a ajuda de Bruno Hartmann, da Gerência de Proteção Animal de Lages, e Clênia Souza, voluntária do grupo Adote.
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Dentro das casinhas haviam rações e cobertores para os cachorros.
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Atualmente, há 80 casinhas pela cidade. Mas eles querem chegar a 500!!!! E o objetivo desses voluntários é ainda maior: no futuro, poder cadastrar, vacinar e castrar os animais.
Casinhas6

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http://www.mundoanimal.blog.br/2016/06/22/ela-espalhou-80-casinhas-pela-cidade-sem-imaginar-o-que-encontraria-dentro-de-todas-elas/